domingo, 26 de agosto de 2007

LENDA ÁRABE (para uns e outros)

LENDA ÁRABE

Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e,
em determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma
bofetada no outro.
O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:
HOJE O MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UMA BOFETADA NO ROSTO.

Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.O que
havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se,
sendo salvo pelo amigo.

Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu numa pedra:
HOJE O MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:
PORQUE É QUE, DEPOIS DE EU TER-TE MAGOADO, ESCREVESTE NA AREIA E AGORA,
ESCREVES NA PEDRA?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
QUANDO UM GRANDE AMIGO NOS OFENDE, DEVEMOS ESCREVER ONDE O VENTO DO
ESQUECIMENTO E O PERDAO SE ENCARREGUEM DE APAGAR A LEMBRANÇA.
POR OUTRO LADO,QUANDO NOS ACONTECE ALGO DE GRANDIOSO, DEVEMOS GRAVAR ISSO NA PEDRA DA MEMORIA E DO CORAÇAO ONDE VENTO NENHUM EM TODO O MUNDO
PODERA SEQUER TOCAR.

3 comentários:

Unknown disse...

SÓ NÃO HÁ LENDAS AFRICANAS, NÉ????

DA ÁFRICA NEGRA, SUBSAHARIANA, NINGUÉM QUER SABER, NÉ???!!!

BUÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! SOU UMA DESGRAÇADINHA, TRAUMATIZADINHA, OSTRACIZADA!!!

HHHUUUUMMMMMMMPPPPFFFFF!

Ma_Lu disse...

CIDADES DEBAIXO DE ÁGUA

Havia uma bela mulher que aparecia plena de juventude e viçosidade. Chamava-se Haraké e o seu poder de atracção era tal que não se sabia se era deusa ou se pertencia à espécie dos humanos mortais. A lenda mais estendida afirmava que Haraké tinha os cabelos tão transparentes como as próprias águas que lhe serviam de morada. Ao atardecer, a bela rapariga tinha por costume descansar mesmo à beira do Níger, e esperar assim até que chegasse o seu amante. Assim que este se reunia com ela, ambos entravam nas profundidades
daquelas águas encantadas e profundas; a jovem levava o escolhido no seu coração através de maravilhosos caminhos que conduziam a faustosas e desconhecidas cidades. Nos seus esplêndidos recintos, e entre o som do tam-tam e dos tambores, teria lugar a ostentosa cerimónia que uniria o feliz casal para toda a vida.
Todas as narrações da fábula exposta sublinham que foi Haraké quem conduziu o seu amante, e não vice-versa. Com isso se quer dar a entender que a mulher era muito respeitada entre certas tribos da África negra. Os seus privilégios provinham da sua consideração como mãe e esposa.
Embora, ao mesmo tempo, apareçam representações femininas em atitude submissa mas, se se reparar no seu rosto, observar-se-á certa classe de serenidade que, no dizer de investigadores e antropólogos, indicava a importância concedida a essa espécie de mundo anímico, ou vida interior, com que devia vestir-se a mulher negra, sob pena de pôr em questão a sua condição feminina.


Bom, esta foi uma das poucas lendas da africa negra que encontrei. E nem a propósito.... (e não querendo ser uma estranha a escrever no vosso blog, hehehe) bjos a todos

Unknown disse...

Amiga, tu és tãããoooo querida!

Viram?!... Viram como se faz?!?!

Bjs!